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24 de junho de 2012

Inédito de Cícero Melo


Meu último amor


Cicero Melo


Nunca houve  nos caminhos da jornada 
Da vida notação,  me acompanhando 
Estava a Morte, a última da estrada 
Das mulheres que amei, me degolando. 


Mas, antes de morrer, e olhando o nada 
Falei: “Eu que nasci  sempre te amando,  
Por que deceparás o ser amado, 
O que sempre te amou e irá te amando?” 


Agora, a morte é minha amante e amiga 
Dorme sempre nos sonhos:  tão querida  .
Mas, ela , nunca  dorme, sempre a voar


Todo dia me deixa tão sozinho... 
Mas sempre volta a mim com um bom vinho 
Do sangue que acabara de ceifar. 


http://ciceromelo.blogspot.com
http://geracao80.nafoto.net 
http://ciceromelo.zip.net

6 comentários:

  1. Parabéns, Iremar, pelo retorno a labuta!

    Abs,

    Cicero

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  2. Pois é, Cicero. Estive doente.
    Estou melhorando muito!
    Ainda tenho que fazer uma cirurgia,
    mas vamos retomando o movimento,
    que a poesia não pode esperar!.
    No momento estou na cidade de Poços de Caldas-MG.
    Abraços,

    Iremar

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  3. Senti muito tua falta. Que Tupã te proteja. Abs.

    Cicero

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  4. Agradeço por sua gentil manifestação da falta que fiz. Tupã está conosco.
    Abraços,
    Iremar

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  5. Iremar, parabéns pelo lindo blog e pela postagem do poema de Cicero - além de inédito, é repleto de imagens fortes e belíssimas.
    Abraços,
    Márcia

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  6. Márcia, fico muito feliz por ter você aqui e pelo elogio ao blog e reconhecimento ao poema de Cicero Maelo

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