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20 de outubro de 2009

Meus poemas

Canto-chão

Iremar Marinho

Desta matéria se faz poesia.
Desta areia, desta maresia
Faz-se o plano do meu canto-chão.

Deste charco forjado de pânico
Brotam seres palavras que são
Pura estesia de mundo botânico.

Desta terra nascem bois alados,
Planta bovina que alimenta arados,
Nesta seara-mundos divididos.

Nesta vala homens são sulcados.
Desta horta são frutos caídos
De suas mesas fartas de ausência.

2 comentários:

  1. Prezado Iremar...

    Agradeço sua visita à Academia da Poesia. Foi uma honra para mim Tê-lo por lá.
    Fica aqui um convite para que visite nosso site Ning, a Casa da Poesia. Se tiver interesse, cadastre-se lá em participe conosco de um ambiente de Paz, poesia e amizade.
    www.casadapoesia.ning.com

    Abraços*

    Renato Baptista

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  2. Prezado Renato,

    Que belo comvite você faz.
    Claro que estarei visitando
    o Casa da Poesia, e participando.
    Grato por sua visita ao nosso Bestiário.

    Abraços,

    Iremar

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